quarta-feira, 23 de maio de 2007

Porquê esterilizar?

Em Portugal e no resto do mundo, a população de animais de companhia, nomeadamente de cães e de gatos, cresce cada vez mais. Este aumento é determinado não só pela reprodução dos animais de rua, mas também pelo acasalamento indesejado dos animais que possuem dono. São muitas as ninhadas que são abandonadas no meio de algures, sendo que os filhotes que sobreviverem irão gerar mais e mais animais que terão um destino incerto. Muitos são os donos que permitem que os seus animais andem soltos, não tendo nenhum controlo sobre os acasalamentos. E a história repete-se vezes sem conta: gestação indesejada, ninhada abandonada, mais cães e gatos nas ruas... Sempre a mutiplicar!

O problema da superpopulação é um problema real e cada vez mais grave. Segundo a WSPA (Sociedade Mundial Para a Protecção dos Animais), uma cadela, com uma vida reprodutiva de 6 anos, poderá dar origem a 6.000 descendentes, enquanto uma gata em apenas 2 anos poderá deixar 2.000 descendentes.

Não seria mais humano e racional evitar o nascimento de tantos animais? A solução alternativa é simples: se as pessoas que desejam compartilhar a sua vida com um animal de companhia esterilizassem os seus animais e adoptassem animais dos abrigos/canis/gatis, a superpopulação de animais diminuiria e, um dia, cessaria. A criação e a reprodução de animais com fins lucrativos diminuiria.
A esterilização é a solução mais eficiente para diminuir o número de animais abandonados. A esterilização dos animais de companhia ajuda a evitar o nascimento de animais indefesos que não encontrarão um lar ou que acabarão por morrer depois de maus tratos e uma vida sem protecção.

quarta-feira, 9 de maio de 2007

Características e Capacidades Felinas

O gato tem 244 ossos e 512 músculos, o que o torna num animal extremamente bem desenvolvido.

As suas capacidades físicas e os sentidos apurados conferem-lhes agilidade, velocidade e flexibilidade. O gato consegue virar-se e mexer-se de qualquer maneira desde a cabeça até ás patas posteriores. Consegue esticar totalmente o corpo e virar a cabeça 180 graus.

As patas dianteiras estão providas de 5 dedos, enquanto que as traseiras têm 4. As caracteristicas das patas permitem ao gato andar sem fazer o mínimo de ruído e ter um equilibrio fora do comum. Para não gastar desnecessariamente as unhas, o gato contrai as garras. O cuidado que um gato tem consigo mesmo é enorme. A sua higiene corporal é única, para alem de que mantem sempre as suas unhas afiadas para qualquer situação.

De uma posição totalmente imobilizada, o gato tem a capacidade de saltar para todos os lados. Em altura, consegue saltar até 5 vezes o seu tamanho corporal, atingindo com facilidade um salto de dois metros. Em queda, o gato tem a capacidade de articular o seu corpo de forma a não sofrer com o impacto, bem como atingir rapidamente o equilibrio, usando a cauda. Na verdade, quase não existem obstaculos naturais para um gato. No entanto, este animal tem uma "falha" nas suas aventuras. É que, o gato tem uma grande capacidade para subir, trepar, saltar, para alem de adorar as alturas mas tem uma terrível dificuldade em descer!
É por isso que muitas vezes é necessário auxilio humano para, por exemplo, tirar um gato de uma árvore, árvore essa que ele sobe com facilidade mas não consegue descer.

O gato tem 30 dentes e máxilas fortes. Os mais importantes são os 4 caninos, que demonstram os seus ares de caçador.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Educar um gato!

Para iniciar uma relação com o seu gato é imprencindível que comece por acaricia-lo, dar-lhe muita atenção e muito mimo, para que o gato se sinta bem em casa e se aproxime de si.

Se atribuir logo de inicío um nome ao gato, e chama-lo bastantes vezes por esse nome, é muito provavel que ele se reconheça quando o ouvir chamar. Lembre-se que os nomes preferidos dos gatos têm que ter duas silabas contendo as vogais "a", "i" e "o"

No entanto, nunca tente educar um gato como se educa um cão. É escusado.
Os gatos associam os seus actos á experiência adquirida, ou seja, se associarem um acontecimento positivo a um acto, vão repeti-lo. Mas se o acontecimento for negativo, o gato vai evita-lo.

Deste modo, para ensinar o seu gato, nunca o castigue "depois". Ou é na precisa altura da asneira, ou o gato não compreende porque está a castiga-lo. Uma coisa muito importante é nunca bater com jornal porque o gato não se deve aperceber que foi sansionado por si... deve associar o seu acto a um acontecimento negativo.

Por exemplo, se o gato esta a arranhar o sofá, atire chaves ou abane uma corrente de ferro, ou então bata palmas com força, para que o gato se assusta e se desabitue de proceder dessa forma. Também pode burrifa-lo com água, uma vez que os gatos são hidrofóbicos...

Se o gato perceber que é você que o castiga, vai afastar-se de si, mas não vai reconhecer mal nenhum em arranhar o sofá!